COISA CURIOSA... VOCÊ FICARIA COM O MESMO CARRO POR 77 ANOS?
Não é nada habitual… Faz as contas: qual carro ficou consigo por mais tempo? Por quantos anos? Por acaso, você consegue se imaginar a conduzir um mesmo carro por 77 anos?
Quando Mr. Allen Swift ((Springfield, Massachusetts) terminou seus estudos em 1928, com 25 anos de idade, ganhou de seu pai, como presente de formatura, um Rolls-Royce Picadilly Roadster P1 ano 1928. E foi seu carro a vida toda! Ele rodou cerca de 1.070.000 milhas (1.721.000 km).
Ele só parou de conduzi-lo pouco antes de sua morte, em outubro de 2005, aos 102 anos de idade… Ou seja: conduziu-o por largos 77 anos!
Deveria ser sua grande paixão, pois preocupou-se em deixá-lo em boas mãos… Afinal, estava em perfeitas condições: o motor ainda a funcionar como um relógio suíço, baixo ruído em qualquer velocidade. Assim, doou o Rolls-Royce para o Springfield Museums.
Fonte: http://www.examiner.com
COISA CURIOSA… INDIANO VIVE HÁ 74 ANOS SEM COMIDA NEM ÁGUA.
O eremita indiano Jainista Prahlad Jani, mais conhecido como Mataji (mãezinha), afirma que passou os últimos 74 dos seus 82 anos sem comer nem beber. Obviamente, vem suscitando a curiosidade da medicina…
Jani concordou em se submeter a testes, acreditando que seu caso possa colaborar no desenvolvimento de estratégias para combater a escassez de água e alimentos. Já o diretor do Instituto de Psicologia e Ciência Aliada de Defesa, G. Ilavazhagan, procurou determinar a fonte de energia de Jani e a possibilidade de sua transferência para soldados. Entretanto, o Ministério da Defesa não levou em conta que, para atingir esse nível, os soldados perderiam suas características de luta já que a pessoa assume nova postura frente à vida: volta-se para uma integração do corpo, mente e alma.



Enfim, Jani foi mantido em isolamento, em um pequeno quarto de um hospital em Ahmedabad (Gurjarat) e submetido a uma investigação profunda, com uma câmera que o filmava 24 horas por dia. O quarto era observado permanentemente por grupos de investigadores médicos, que a cada três horas recolhiam amostras do seu sangue.
A pesquisa durou cerca de 10 dias, onde Jani em momento algum bebeu água nem comeu nada, nem evacuou ou urinou, nem seu corpo demonstrou quaisquer efeitos adversos de fome ou desidratação. Ele ficava sentado, olhando para as paredes, ou andando pela sala, fazendo mantras e meditando. De tempo em tempo, tomava banho, com a ajuda de uma bacia (e a quantidade da água do banho era controlada pelos pesquisadores, de forma a provar que Jani não a tivesse tomado). Mesmo a água, que lhe ofereciam para lavar a boca, era contabilizada.
Realmente, ele não necessita de comer e beber para sobreviver e o desenvolvimento do seu cérebro corresponde ao de um jovem de 25 anos.
O resultado do experimento foi inconclusivo, uma vez que nenhum dos médicos pesquisadores conseguiu construir alguma hipótese que justificasse, dentro do conhecimento atual da ciência médica, como o iogue estava se nutrindo. As rígidas normas de investigação, talvez para desmascará-lo como impostor, em nada resultaram. E o mais curioso: Jani não ingressava em algum estado alterado de consciência a fim de desligar suas funções mentais (coisa possível em um grau avançado de meditação), pelo contrário, mantinha-se bem animado, a falar bastante.
Jani afirma que se alimenta de luz… Quando olha diretamente para o sol, um tipo de gosma adocicada escorre de um orifício dentro da sua boca, alimentando-o. Uma médica, ao introduzir um dos dedos na boca do iogue, comprovou a existência de uma fenda no palato e uma substância pegajosa que escorre dela.
Afinal, o eremita deixou o hospital e seguiu para sua caverna, na periferia de uma cidade próxima, acompanhado por um pequeno grupo de seguidores que consideram-no um herói.
Esse é mais um dos mistérios que nós, pobres seres mortais, não temos hipóteses de perceber…




Fonte: http://pt.wikipedia.org
COISA CURIOSA... OS ELEFANTES TÊM SEIS DEDOS EM CADA PÉ.



Um misterioso crescimento ósseo nos pés dos elefantes, tipo um sexto dedo, intrigou pesquisadores por longo tempo, quando
muitos julgavam tratar-se de um pedaço enorme de cartilagem. Cientistas usaram uma combinação de tomografia computadorizada, histologia, microscopia eletrônica e dissecção para resolver o enigma e concluíram, com os resultados desses novos estudos, que a estrutura era feita de osso, apesar do arranjo altamente irregular e incomum.É sabido que pandas e toupeiras possuem um osso fora do comum em seus pés, chamado de “polegar” ou “sexto dedo”, que auxiliam esses animais a agarrar um bambu por exemplo. Mas eles só têm um dedo na pata dianteira, enquanto os elefantes têm em todos os quatro pés. Os seus cinco dedos convencionais apontam para a frente enquanto o sexto dedo aponta para trás, no calcanhar. Obviamente, ali está para ajudá-los, dando-lhes um suporte extra, capaz de manter tamanha massa corpórea.Fósseis revelam que este dedo “extra” evoluiu cerca de 40 milhões de anos atrás, quando os elefantes se tornaram maiores e mais terrestres. Um grande exemplo de como a evolução muda as espécies para fornecer funções diferentes – neste caso, ‘criar’ um novo dedo. Compreensível, pois cinco dedos não seriam suficientes para o animal mais pesado da terra.







Fonte: http://hypescience.com