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INTERNET PARA TODOS

dicas úteis, downloads, jogos, fotos, curiosidades, música, videos...todo o conhecimento é para ser partilhado!

Para ouvir - Rui Veloso & Per7ume

14.07.08 | José Coelho

Vida em câmara lenta,


Oito ou oitenta,


Sinto que vou emergir,


Já sei de cor todas as canções de amor,


Para a conquista partir.



Diz que tenho sal,


Não me deixes mal,


Não me deixes…



No livro que eu não li,


No filme que eu não vi,


Na foto aonde eu não entrei,


Noticia do jornal


O quadro minimal… Sou eu…



Vida á média rés,


Levanta os pés


Não vás em futebois, apesar…


Do intervalo, que é quando eu falo,


Para não me incomodar.



Diz que tenho sal,


Não me deixes mal,


Não me deixes…





No livro que eu não li,


No filme que eu não vi,


Na foto aonde eu não entrei,


Noticia do jornal


O quadro minimal… Sou eu…



Não me deixes já


Historia que não terminou


Não me deixes…



No livro que eu não li,


No filme que eu não vi,


Na foto aonde eu não entrei,


Noticia do jornal


O quadro minimal… Sou eu…



No livro que eu não li,


No filme que eu não vi,


Na foto aonde eu não entrei,


Noticia do jornal


O quadro minimal… Sou eu…

 

Intervalo (Feat. Rui Veloso) - Per7ume

Pontos públicos de internet sem fios duplicam nos últimos 3 anos em Portugal

14.07.08 | José Coelho

Restaurantes, cafés, hotéis, centro comerciais, praças e espaços culturais e desportivos concentram os mais de 1600 pontos públicos de acesso sem fios à Internet ("hotspots wi-fi") em Portugal, o dobro do número registado há apenas três anos.

Actualmente instalada em quase 232 mil pontos pagos ou gratuitos de 134 países, segundo dados da JiWire - entidade internacional que identifica "hotspots" - a tecnologia "wi-fi" permite o acesso em banda larga via rádio até uma distância de 100 a 300 metros. Com um portátil, o utilizador pode trabalhar "online" fora do escritório ou de casa, sem perdas de tempo e podendo optar pelo local que lhe for mais conveniente.

Em Portugal, o serviço começou a ser comercializado em 2004 pela PT Wi-Fi, empresa do grupo Portugal Telecom e actual líder do mercado, cuja rede "wi-fi" da TMN integra mais de 1500 zonas, 143 das quais resultantes de parcerias estratégicas específicas e, por isso, gratuitas.

A Central de Camionagens de Vendas Novas, a Biblioteca Municipal de Vila do Conde, a Casa da Cultura de Mora, 119 restaurantes McDonalds, o Jardim Municipal do Mourão, as Piscinas Municipais de Viana do Alentejo, os Paços do Concelho de Cantanhede e o Posto de Turismo da Figueira da Foz são alguns dos locais onde qualquer cibernauta se pode ligar à Internet sem quaisquer custos.

"A utilização do serviço tem tido grande adesão por parte dos utilizadores. Estamos constantemente a aumentar o nosso número de zonas 'wi-fi'. No ano passado houve um acréscimo de 300 novas zonas e para 2008 prevê-se um acréscimo idêntico", explica um responsável da PT Wi-Fi, que instalou o primeiro ponto de acesso no aeroporto de Lisboa.

"Muitas empresas contactam a TMN para a realização de parcerias para a disponibilização do serviço no seu espaço, como factor diferenciador face à concorrência e para ir ao encontro das necessidades dos clientes. Outras vezes é a TMN que identifica os locais com potencial e propõe uma parceria", acrescenta.

Também a Vodafone tem vindo a aumentar a quantidade de "hotspots", totalizando hoje 147 locais, com especial incidência em hotéis (cerca de 100).

O serviço está também disponível, por exemplo, nos aeroportos de Lisboa, Porto, Faro, Funchal e Ponta Delgada, na Marina de Portimão, no Centro Cultural de Belém, no Autódromo do Estoril, no Teatro Micaelene e nos estádios do Algarve, da Luz, de Aveiro, do Bessa e de Braga.

Numa informação enviada à Lusa, a Vodafone refere, no entanto, que a eventual oferta da ligação é da responsabilidade dos parceiros com quem contratualiza a exploração, pelo que a operadora de telecomunicações não possui uma lista dos "hotspots" gratuitos para o público.

No caso da Optimus/Clix/Novis, da Sonae, a extensão da rede "wi-fi" não registou alterações significativas nos últimos três anos -- quem tiver um portátil pode continuar a aceder gratuitamente à Internet em vinte centros comerciais daquele grupo empresarial, como o AlgarveShopping, o GuimarãesShopping ou o Parque Atlântico (Ponta Delgada).

Somadas as três principais operadoras de telecomunicações, os portugueses têm à disposição mais de 1660 pontos públicos de acesso sem fios, cerca do dobro dos menos de 900 que a consultora Internacional Data Corporation (IDC) registava em 2005.

Na altura, também a líder de mercado, a PT Wi-Fi, possuía metade das áreas actuais (750).

Apesar do aumento, Portugal ainda não integra a lista dos dez países com maior número de "hotspots", na qual os Estados Unidos (com mais de 62.700) e a Suíça (com quase 4.000) ocupam, respectivamente, a primeira e a décima posições.


Fonte: Público

Internet sem fios atrai visitantes no Fundão

14.07.08 | José Coelho

Na praça central da aldeia da Capinha, concelho do Fundão, hoje já ninguém estranha ver meia-dúzia de forasteiros dentro de carros a usar computadores portáteis.

Ao princípio ainda desconfiaram - «eram desconhecidos que andavam sempre por ali», confessa Rogério Palmeiro, presidente da Junta de Freguesia - mas depois perceberam que iam à aldeia para usar a Internet gratuita sem fios.

«Juntam-se sobretudo aos domingos», acrescenta Catarina Robalo, de 26 anos, auxiliar de acção educativa na escola básica da Capinha, que também se tornou uma adepta da Internet, tendo comprado um computador depois da Junta cobrir a aldeia com o serviço grátis.
 

A ambição era ter uma rede Wimax

A autarquia investiu 2.500 euros em equipamento com o apoio do Programa Operacional da Sociedade do Conhecimento, para além de outros 100 euros mensais em assinaturas. «Depois de uma fase de testes, o sinal está estabilizado há três meses», explica Rogério Palmeiro.

Quatro antenas principais e outras dez mais pequenas espalham pela aldeia o sinal que permite a qualquer pessoa aceder com uma largura de banda média de oito megabits por segundo (Mbps).

A ambição era ter uma rede Wimax, «que garante melhor cobertura», mas Rogério Palmeiro queixa-se da falta de apoios para financiar um projecto baseado naquela tecnologia de redes sem fios, ainda em fase de expansão.

«Seja com esta ou outra tecnologia, a nossa ambição é poder consolidar a rede e ampliar a largura de banda, ou registar os utilizadores, de forma gratuita, à medida que os acessos forem crescendo», acrescenta.
 

«Temos que levar a tecnologia a toda a gente»

«Já chegámos a ter 60 utilizadores em simultâneo», valor que considera «assinalável», numa aldeia onde vivem cerca de 700 pessoas. «Às vezes o sinal vai abaixo, mas temos sempre um colaborador pronto a tratar de voltar a ligar do equipamento», salienta.

«Temos promovido acções de formação e abrimos uma sala de leitura e multimédia, onde há oito computadores para trabalhar e aceder à Internet, 24 horas por dia. Hoje em dia temos que levar as tecnologias de informação a toda a gente», justifica.

Cláudia Abrantes, funcionária da Junta de Freguesia, de 41 anos, diz que está a pensar abandonar o serviço de ADSL e telefónico que subscreve em casa.

«Temos Internet gratuita e funciona bem. E é pelo Messenger que falo com a minha família em França e em Lisboa», conta.

A Internet é especialmente útil agora que está prestes a cumprir o 12º ano graças ao programa Novas Oportunidades. «Faço lá muita pesquisa», salienta.

 

 

Fonte: Diário IOL

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