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A importância da limpeza e refrigeração de um portátil

13.10.08 | José Coelho

É natural um computador portátil aquecer muito rapidamente, isto porque está tudo muito concentrado e a ventoinha é pequena.

 

Para evitar o sobreaquecimento do seu aparelho deve, pelo menos uma vez por ano, fazer uma limpeza por dentro. Caso não consiga fazer sozinho essa tarefa (basta abrir o portátil por dentro com uma chave Philips, por exemplo) sempre pode deslocar-se até a uma loja de assistência técnica para esse efeito. Também pode consultar o site da marca do seu portátil em busca de mais informação sobre limpeza.

 

Convém não descurar esta limpeza, pois em caso de sobreaquecimento o seu portátil pode mesmo deixar de funcionar.

 

Outra coisa a evitar é utilizar o portátil em cima de superfícies que possam acumular pó muito facilmente como camas, sofás, mesas com toalhas, etc.

 

O que também pode fazer é comprar um cooler (sistema de refrigeração) com ventoinhas, não sai muito caro, tem vários modelos no mercado, ligam-se por usb, não precisam de se ligar à corrente, apoia-se numa base e deixam o seu computador bem refrescado.


Veja , por exemplo, este modelo de nome Silent Laptop Cooler, com o preço a rondar os 34 euros, tem outros mais acessíveis.

 

Atenção ao silêncio emitido, pois existem ventoinhas barulhentas, mais vale investir um pouco mais e adquirir um cooler adequado.

 

Aqui fica mais uma dica:

 

 

 

 

3ª versão do OpenOffice disponível para download a partir de hoje

13.10.08 | José Coelho

Já está disponível para download a 3ª edição do OpenOffice, software open source (de livre acesso) muito utilizado para quem procura uma alternativa ao Microsoft Office.

 

Descarregue aqui

 


Conheça as vantagens e desvantagens do OpenOffice:


Esta ferramenta é um programa de escritório que se pretende tornar no líder mundial, ao estar disponível em todos os sistemas operativos, mas fazendo-o através da disponibilização gratuita do software e a libertação do código-chave.


O OpenOffice, basicamente, é um conjunto de ferramentas de escritório, escritas num formato open source (ou seja, de livre acesso), onde encontra um editor de texto, uma folha de calcúlo, um produtor de apresentações, uma ferramenta de desenho, etc, sendo assim um concorrente directo ao Microsoft Office, completamente grátis.


O OpenOffice tem as suas vantagens e desvantagens, especialmente tendo em conta o software concorrente que é o Microsoft Office. Em termos de vantagens tenho de obrigatoriamente de referir a sua gratuitidade de aquisição e os baixos custos de manutenção.


Outra vantagem é a sua fácil utilização, principalmente para quem já estiver habituado com o Office da Microsoft, pois os programas do OpenOffice, apesar de nomes diferentes, têm as mesmas caracteristicas e trabalham da mesma forma, permitindo inclusivé passar documentos feitos em Office para OpenOffice e pelo facto de já estar traduzido para português.


Como vantagem, também se pode contar com facto de como é open source, o utilizador (se tiver os conhecimentos adequados) tem total liberdade de fazer as modificações que bem entender.
Podemos também referir o facto de o OpenOffice não só gravar em formato próprio (com metade do peso dos documentos gravados em Microsoft Office), como também consegue gravar em formato Microsoft Office e inclusive consegue aceder a documentos guardados em formato Microsoft Office, embora se referia que uma das dificuldades do OpenOffice é acertar com certo tipo de tabulações feitas em Excel.
Porém nunca há bela sem senão e é aqui que surjem as desvantagens do OpenOffice, que começam com o facto de não terem gestor de correio electrónico (embora isto possa ser compensado com a utilização de outros produtos open source, como o Mozzila Thunderbird, entre outros), passam pelo facto das conversões de folhas de cálculo de Excel para o OpenOffice e vice-versa não serem bem feitas, originando alguns erros.

 

Utilizadores de MP3 que ouvem música mais de uma hora por dia podem ficar surdos

13.10.08 | José Coelho

O parecer, emitido pelo Comité Científico dos Riscos para a Saúde Emergentes e Recentemente Identificados, mostra que 5 a 10% desses utilizadores poderão perder a audição se o fizerem durante mais de uma hora por dia, todas as semanas, com o volume elevado, durante pelo menos cinco anos.

 

A Comissão Europeia tinha solicitado a este comité científico independente que examinasse o problema, dada a utilização generalizada dos leitores de música pessoais e o aumento súbito do número de jovens expostos.

Os cientistas confirmam que há motivo de preocupação e a Comissão Europeia analisará agora com os Estados‑Membros e as partes interessadas as medidas que podem ser adoptadas para melhor proteger as crianças e os adolescentes da exposição ao ruído dos leitores de música pessoais e de outros aparelhos semelhantes.

 

A Comissária Europeia responsável pela D efesa do Consumidor , Meglena Kuneva, afirmou: «Estou sobretudo preocupada com o facto de tantos jovens serem utilizadores frequentes de leitores de música pessoais e telemóveis a níveis acústicos elevados e poderem, sem o saber, prejudicar irreversivelmente a audição.

 

«As descobertas científicas indicam um risco claro e temos de reagir rapidamente. Mais importante ainda, precisamos de sensibilizar os consumidores e tornar esta informação do domínio público. É igualmente necessário reexaminar os controlos em vigor, tendo em conta este parecer científico, para garantir que esses controlos são inteiramente eficazes e acompanham as novas tecnologias», conclui.

 

Que podem os consumidores fazer?

Os utilizadores de leitores de música pessoais podem, desde já, tomar certas precauções muito práticas, como sejam verificar se é possível fixar no seu aparelho um limite máximo para o volume, a fim de manter o volume mais baixo, ou baixar manualmente o volume, devendo ter o cuidado de não utilizar o leitor de música pessoal durante períodos prolongados, para protegerem a sua audição.

 

Antecedentes

É um facto amplamente reconhecido que a exposição a ruídos excessivos durante longos períodos pode lesar a audição. Para proteger os trabalhadores, foram fixados limites para os níveis de ruído permitidos no local de trabalho. Os sons a que o grande público se encontra regularmente exposto ‑ como o ruído do tráfego, da construção civil, das aeronaves ou dos vizinhos ‑ podem ser bastante irritantes, mas não são, na maior parte dos casos, suficientemente elevados para lesar a audição.

 

Nos últimos anos, os ruídos das actividades de lazer tornaram‑se uma ameaça significativa para a audição porque podem atingir volumes muito elevados e porque uma percentagem cada vez maior da população lhes está exposta, particularmente os jovens.

 

Tem‑se sentido uma preocupação crescente quanto à exposição ao ruído decorrente da nova geração de leitores de música pessoais que podem reproduzir sons em volumes muito elevados sem perda de qualidade. O risco de lesão auditiva depende do nível sonoro e do tempo de exposição.

 

Nos últimos anos, as vendas de leitores de música pessoais têm subido em flecha, em particular as vendas de leitores de MP3. Em geral, na UE, estima‑se que aproximadamente 50 a 100 milhões de pessoas escutem diariamente leitores de música portáteis.

 

Nos últimos quatro anos, as vendas unitárias estimadas situam‑se entre 184 e 246 milhões relativamente a todos os aparelhos de áudio portáteis e entre 124 e 165 milhões para os leitores de MP3. Em toda a UE, muitos milhões de pessoas utilizam diariamente leitores de música pessoais e, se os utilizarem inadequadamente, estão a colocar‑se em risco de lesão auditiva.

 

Normas em vigor

Já se encontra em vigor uma norma de segurança europeia que restringe o nível acústico dos leitores de música pessoais a 100 dB, mas existe uma preocupação crescente relativamente às lesões auditivas decorrentes da exposição excessiva a essas fontes de ruído.

Tais lesões podem ser evitadas, em grande parte, por medidas como a redução dos níveis de ruído e a duração da exposição.

 

O parecer do Comité científico comunitário destaca que, mesmo que os utilizadores de leitores de música pessoais oiçam apenas cinco horas por semana com o volume superior a 89 decibéis, ultrapassam os limites actualmente em vigor para o ruído permitido no local de trabalho.

 

Os utilizadores que ouvem música nestas condições durante períodos de tempo superiores correm o risco de perda permanente da audição ao fim de 5 anos. Estão nestas condições 5‑10% de todos os utilizadores, o que poderá representar entre 2,5 e 10 milhões de pessoas na UE.

 

A Comissão Europeia encomendou este estudo científico devido às preocupações crescentes sobre os riscos para a audição, particularmente para os adolescentes e as crianças, decorrentes de actividades de lazer como a utilização de leitores de música pessoais.

 

Com base nestes dados científicos, a Comissão organizará uma conferência em Bruxelas, no início de 2009, para avaliar as conclusões do Comité Científico, juntamente com os Estados‑Membros, a indústria, os consumidores e as outras partes interessadas, para debater as medidas a tomar.

 

O seminário abordará as precauções a ter pelos utilizadores, bem como as soluções técnicas para minimizar as lesões auditivas e a necessidade de maior regulamentação ou de revisão das normas de segurança em vigor, com vista a proteger os consumidores.

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