Segunda-feira, 23 de Junho de 2008

Internet e jogos podem ser terapêuticos

 

Os videojogos e a Internet podem ir muito mais além do que puro entretenimento. Alguns dispositivos e programas que foram desenhados para a diversão também podem ser, quando adaptados, de grande utilidade para pessoas com problemas de autismo, distúrbios na alimentação, ansiedade, entre outros, refere o El País.

O navegador de Internet específico para autistas Zac Browser, disponível de forma gratuita na Internet, é um exemplo disso. O seu criador, John LeSieur, dono de uma empresa de software de Montreal, desenhou-o a pensar no seu neto de seis anos que é autista.

Browser de Internet adaptado para autistas

LeSieur reparou que o computador chamava a atenção do menino, mas notou também que este se sentia frustrado quando o tentava utilizar. O browser El Zac resolve essas necessidades dos autistas, por exemplo ao eliminar a funcionalidade do botão direito.

O El Zac só encaminha o utilizador para páginas com conteúdos audiovisuais que incentivem a imaginação de alguém com um problema desta natureza: música, vídeos, puzzles, entre outros.

Mas também existem jogos que se adaptam às incapacidades físicas. Por exemplo o jogo «Rock Band» permite que uma pessoa que não tenha movimentos com as pernas possa tocar bateria. A Kinetik, inventora do jogo, explica como se pode adaptar os periféricos por menos de 15 euros.

Jogos ajudam a diminuir o stress e a fadiga

Estudos mostram os efeitos positivos de determinados videojogos. «Há uma vasta gama de opções para as mais variadas doenças relacionadas com a depressão e o stress. Até há para a diabetes e doenças do foro cardiovascular», explicou Caremen Russoniello, da Universidade da Carolina e coordenadora de um estudo.

Testes realizados com três videojogos revelaram que os jogadores de um deles, o puzle Bejeweled 2, reduziam em 54 por cento os seus níveis de stress comparativamente com um grupo de controlo. O outro jogo diminuiu a sensação de fadiga em 61 por cento aos seus utilizadores.

Existem jogos sem dispositivos especiais que também ajudam

Existem iniciativas que procuram desenvolver jogos que ajudem a pessoas com problemas mentais, de alimentação e até viciados em jogos de azar.

Mas, nem só os dispositivos especiais cumprem funções terapêuticas. Programas como os «Brain Trainning», de entertenimento cerebral, ou consolas como a Wii, carregada de muitas funções lúdicas devido à sua interactividade ligada ao movimento também são importantes.


Fonte: Diário IOL

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publicado por José Coelho às 15:19
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